Após discussões, três Assembléias Gerais, e um Plebiscito, os estudantes de Geociências se posicionaram massivamente: (97%) CONTRA o REUNI. Mesmo assim o diretor do IGEO, e a congregação da unidade, deliberou por aderir ao programa.
Entretanto, estudantes relatam diversos problemas com esta reunião. A congregação teria sido convocada em um período aonde os servidores técnico-administrativos se encontravam em greve, além de os estudantes considerarem este um espaço anti-democrático. Por isso, eles defendem a realização de uma Assembléia Geral contando com professores, funcionários e estudantes e onde a proporcionalidade dos votos das três categorias seja garantida.
Na manhã do dia 09 a situação chegou a tal ponto que culminou com uma grande manifestação aonde todas as aulas foram paralisadas. A intenção era pressionar a direção da unidade para convocar uma assembléia geral com professores, estudantes e servidores técnico-administrativos em que a posição do IGEO sobre o REUNI seja revisto (em reunião de congregação, a posição tirada foi ser favorável à adesão ao projeto).
Mantendo mais uma vez uma postura autoritária, o diretor se negou a convocar a Assembléia e ouvir as pessoas a quem ele deve representar. Alegando não poder convocá-la, se propôs, apenas, a convocar mais uma reunião da congregação na quinta-feira, dia 11 de outubro, onde será discutida a realização, ou não, desta Assembléia Geral.
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