Movimento de Ocupação da Reitoria da UFBA - MORU

Desde o dia 1º de outubro DE 2007, estudantes da Universidade Federal da Bahia ocupam a Reitoria da instituição com o objetivo de protestar contra a atual (falta de) política de assistência estudantil da gestão do reitor Naomar de Almeida Filho e contra o decreto que institui o REUNI, além de pretenderem amadurecer o debate e a luta por um modelo de universidade realmente popular.

E-mail para contato: ocupacaoufba@gmail.com

Orkut: http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=40242527

Chat: #reuni (basta escolher um "Nickname" depois Clicar no botão "Chat!")

segunda-feira, 8 de outubro de 2007

GRANDE MOBILIZAÇÃO AMANHÃ, 09/10

Amanhã, dia 09/10, acontecerá uma grande mobilização com concentração em dois pontos da universidade.

Em Ondina, a concentração começará a partir das 07h da manhã em frente ao Instituto de Geociências, de onde os manifestantes seguirão em passeata pelo Campus, até seguirem em direção à reitoria.

Já na Faculdade de Educação (Vale do Canela), segundo foco de mobilização, a concentração começará às 8h. Lá será realizada discussão que terá como tema principal o programa “Reuni”, contando com a presença da nova diretora eleita da Faced, Celi Taffarel. Em seguida, a mobilização seguirá, também, rumo à reitoria.

Na reitoria, será promovido o já tradicional “Almoço na Encruzilhada”, aberto à toda a comunidade.

E, por fim, às 14h, uma nova assembléia definirá os rumos da ocupação.

Assim, convidamos a todas e todos os estudantes da UFBA a fortalecerem o movimento de ocupação, participando das mobilizações no dia 09 pela manhã e da assembléia da ocupação à tarde.

Reiteramos que a organização da ocupação é auto-gestionada em comissões abertas, durante todo o dia as comissões estarão realizando suas respectivas atividades, então quem quiser contribuir sinta-se convidad@.

E Lembrem que essa luta não é só dos residentes universitários, não é só dos ocupantes da reitoria, não é só dos estudantes da UFBA e não é só de quem é estudante, pois o sucateamento da educação superior pública brasileira reforça o sistema de exclusão, desigualdade e exploração que afeta todos os trabalhadores.

2 comentários:

carmesincarmesin disse...

Na luta camaradas!!!!!

Sou estudante da USP, unidade Butantã, São Paulo. (:

Ocupei conjuntamente com um bocado de estudantes a reitoria. Fomos por meses um movimento estudantil coeso mas não sem problemas e isso não se exclui de nenhuma unidade.

Faltou tato neste sentido: o de perceber que a ocupação era um fator de unidade estudantil maior que os próprios CA's. A ocupação acabou. A luta continua, promenorizada em comparação ao montante reunido pela ocupação, é verdade, mas continua.

Apenas um dado pra se tomar nota. Durante os meses de ocupação fomos assombrados pelo fantasma do saque pelas forças policiais. Vou logo ao problema: este fantasma ocupou demais as nossas pautas de discussões em plenárias e assembléias. Com isso a ocupação surgiu e desapareceu sem tocar na essencial questão do ACESSO. AMPLIAÇÃO FÍSICA DAS FACULDADES E CONCOMITANTEMENTE DAS VAGAS EM CURSOS.

Podem acreditar. Ficamos meses ocupando e isso não foi colocado em pauta. Aproveitem o momento e transformem o em rotina.

Não deixem o morrer.

Força nesta luta pela UNIVERSIDADE PÚBLICA. É malditos magnatas tô provocando mesmo: UNIVERSIDADE PÚBLICA e essas vcs vão ter de engolir porque não pagamos tributo, mas sim impostos e queremos a contrapartida na prestação de serviços sociais de qualidade.

Força irmãos!!!

Unknown disse...

Salve companheirada da UFBA!

Também estive do começo ao fim na ocupação da USP e confesso que cada vez que ouço falar em uma nova ocupação pelas universidades do Brasil chego a ficar emocionado com a capacidade de mobilização que o movimento estudantil voltou a mostrar este ano.

Se tivesse que dar um toque, só espero que vocês mantenham a unidade na luta... porque por aqui o que atrapalhou bastante foram os grupos políticos sem noção e mesmo estudantes combativos que foram desanimando com a dinâmica burocrática de assembléias, plenárias, etc e a disposição de diversos grupos em se digladiarem a cada mínima discussão.

De resto, força e disposição para bater de frente com o poder instituído, pois vocês vão precisar. Quanto mais forçarem a ofensiva, o contra-ataque virá mais forte.

Grande abraço! Saudações populares,
Bruno G. Terribas