O estopim deste processo foi um forte vazamento de gás no restaurante universitário, localizado na Residência 1, no Corredor da Vitória, chegando a causar adoecimento dos funcionários e pondo em risco a vida dos que no ambiente transitassem, somando-se a constantes vazamentos de esgoto e ocorrências de insetos e "pedras" na comida.
Algumas pautas emergenciais do movimento (reforma do R.U. e da Residência 1, reforma da Residência 3 em 2008) foram supostamente atendidas, pois um documento foi assinado pelo pró-reitor de assistência estudantil, Álamo Pimentel, e pelo vice-reitor Francisco Mesquita, muito embora os estudantes não acreditem em tais assinaturas, devido ao descrédito histórico da atual reitoria, que até hoje não cumpriu acordos assinados e aprovados pelo Conselho Universitário há mais de 3 anos, como o funcionamento do Restaurante Universitário de Ondina.
Durante o processo de ocupação, o movimento foi ganhando forças e deixando, aos poucos, de ser apenas um movimento de residentes e bolsistas, passando a ter um caráter mais universal dos estudantes da UFBA. As pautas de reivindicação foram ampliadas e segmentos diversos de toda a universidade estão hoje alojados na Sala dos Conselhos, havendo uma tendência de ocupação de toda a reitoria com o intuito final de paralisar as atividades administrativas da mesma.
Comissão de Comunicação
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